CDC


Os programas destinados aos smartphones e tablets tem sido utilizados para transportar vírus, ou seja, muitos aplicativos estão infectados. Não é só o usuário que é vitima desses ataques, as empresas que permitem e utilizam esses equipamentos para facilitar a comunicação, além de agilizar a produção. As empresas são vítimas, pois muitas vezes esses equipamentos são corporativos, ficando sob guarda dos funcionários, só que eles não sofrem qualquer restrição, no que tange, a instalação e download de aplicativos. Quando o aplicativo é incorporado ao equipamento, temos o início do trabalho do malware. Sabe aquele consumo, que você não sabe justificar? A conta absurda devido a cobrança de envio de SMS? Tudo isso, pode ser o resultado do trabalho do malware. Ele pode gerar chamadas para números comerciais, aqueles com fins lucrativos, enviar aquelas mensagens que desconhecemos e não conseguimos controlar, pois as operadoras insistem em não enviar a conta detalhada dos SMS enviados – essas mensagens de texto podem ainda roubar senhas e os números das nossas contas pessoais, ou mesmo rastrear o usuário do equipamento, inclusive podendo colher informações sobre  o seu hábito de consumo. Ora, o que isso tem haver com a empresa? Muita coisa! Já que da mesma forma que acessa os dados e informações do usuário, poderá ser utilizado para acessar dados e informações corporativos (informações, e-mails, mensagens eletrônicas, até mesmo o agenda telefônica profissional). O sistema Android, tem um mecanismo manipulado pelo usuário que permite ou impede a realização de download de terceiros fabricantes. As empresas corporativas devem investir pesado em seu sistema de segurança de informação.

 

Anúncios

Atenção!

Veja quem te visitou no face distribui extensões falsas. A página criado no Facebook tem como tema – veja quem te visitou. Esse golpe já pegou muitos usuários podendo ter ultrapassado os 90 mil internautas. Em março deste ano foi noticiada uma outra fraude nessa rede social que engana os usuários com a promessa de combater vírus no perfil do utilizador. Infelizmente ao invés de remover qualquer vírus ele instala uma extensão no navegador web que vai trabalhar fora de controle do usuário – um aperte os cintos que o piloto sumiu.

A página aparece assim:

 

Justiça condena empresa rodoviária a indenizar passageiro por má prestação de serviço

Notícia publicada em 20/04/2012 14:03

A Viação Motta terá que indenizar em R$ 5 mil, por danos morais, um usuário do seu serviço. Luiz Peixoto comprou passagens da empresa para viajar a trabalho, mas passou por inúmeros transtornos. A decisão é do desembargador Fábio Dutra, da 1ª Câmara Cível do TJRJ.

 De acordo com o autor, o ar condicionado do ônibus estava com defeito; as janelas do veículo estavam lacradas, tornando o calor insuportável; os banheiros, sem água e com odor desagradável; de baixo da pia do banheiro saía um vapor que acabou queimando a perna do autor, que teve que prosseguir a viagem retendo suas necessidades, além de o coletivo estar completamente sujo.

 A empresa ré, em suas alegações, defendeu-se dizendo que seus veículos são todos vistoriados pela própria empresa e por agentes da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, que as faz nas rodoviárias. Também culpou os passageiros pelo estado do ônibus que, de acordo com os responsáveis pela empresa, “fazem do ônibus a sala da casa deles, onde comem, bebem e jogam tudo dentro do carro”.

 Para o magistrado, a alegação de que os veículos da Viação Motta são regularmente vistoriados não foi comprovada e, por este motivo, a sentença de primeira instância deve ser mantida. “Ainda que a apelante alegue que seus veículos são regularmente vistoriados, não restou comprovado que o ônibus em que viajava o autor foi vistoriado e não estava com os problemas narrados na inicial. Desse modo, evidencia-se o dever de indenizar. E o quantum indenizatório foi corretamente arbitrado pela douta Magistrada sentenciante”, concluiu.

 Nº do processo: 0033464-95.2009.8.19.0001

Mutirão: Cedae, Light e Sky fecham acordos em todas as ações

Notícia publicada em 20/04/2012 19:28

As seis empresas que participaram do mutirão de conciliação nos Juizados Especiais Cíveis (JECs), nesta  sexta-feira, dia 20, mostraram que conciliar é uma tendência que veio para ficar. Elas realizaram um trabalho digno de nota junto aos seus clientes: Sky, Cedae e Embratel fecharam 100% de acordos; a Net, 93%; a Tim, 88%; e a Light, 65%. Juízes, togados e leigos, conciliadores e representantes jurídicos das empresas fizeram cerca de 200 audiências, das 10h às 18h, no Centro Permanente de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, localizado na Avenida Erasmo Braga, 115, Lâmina I, corredor D, sala 103, no Centro.

Nesta mesma tarde, a Sky inaugurou um totem – equipamento para videoconferência – no Núcleo de 1º Atendimento dos Juizados Especiais Cíveis, no Fórum da Capital, para que o usuário possa tirar dúvidas quanto aos seus processos e até mesmo realizar acordo, evitando assim a propositura de ação judicial. “Este é mais um recurso para que nossos clientes saibam que realmente temos interesse na composição de litígios”, disse o representante da empresa, Humberto Chiesi Filho.

O desembargador Antonio Saldanha Palheiro, presidente da Comissão Estadual dos Juizados Especiais (COJES), ressaltou a importância da iniciativa da Sky: “Este recurso garantirá satisfação mais rápida aos seus clientes. A empresa mostrou concretamente respeito pelos consumidores. É um exemplo a ser seguido por outras instituições, como o Bradesco que já sinalizou com a possibilidade de também colocar aqui um equipamento”.

A técnica em enfermagem Ilca Ferreira Pontes foi uma das beneficiadas pelo mutirão de conciliação. Ela entrou com uma ação contra a Light após a concessionária interromper indevidamente o fornecimento da energia em sua residência. “Adorei a rapidez com que resolvi o meu problema, em apenas uma audiência já consegui fechar um acordo e sai satisfeita”, frisou a cliente.

O que é?

NoTrombone é a sua plataforma para defendê-lo quando seus direitos de consumidor forem violados.
Sabe quando você fica ‘horas’ na fila do banco e nunca soube a quem reclamar? Ou quando algum SAC te deixa esperando por minutos e minutos e não te dá uma resposta satisfatória? Ou quando o cartão de crédito lhe envia uma cobrança abusiva? E quando você tenta fazer uma compra e descobre que seu nome foi negativado indevidamente?
Ou ainda, pode ser que você tenha tido um atendimento negado pelo seu plano de saúde. Ou sua luz cortada sem aviso prévio…Conhece alguém que se feriu dentro de uma estabelecimento comercial? Ou teve uma queda ao descer de um veículo coletivo por imprudência do motorista?
São muitas as situações de desrespeito ao consumidor onde você, antes de conhecer o NoTrombone, não saberia a quem recorrer.
Criamos o NoTrombone por acreditar que a justiça deve ser para todos. Deve ser fácil de usar, rápida e de baixo custo. Aqui você relata seu problema e encontra gratuitamente um advogados para lhe defender. É fácil, experimente.
Reclame. Exija seus direitos. Coloque a boca No Trombone!

                                   

            

   Outra empresa especializa em vendas online lesa os consumidores. A empresa Miami Celular segue com o desrespeito.

 

Consumidores compram produtos que nunca recebem vários foram os internautas que adquiriram um Tablet Eysis Net-Tab e aguardam até hoje pelo produto, no entanto, a empresa continua comercializando o produto. Inclusive, com aumento de preço!

Site da empresa:

O mais assombroso é a inércia e omissão do PagSeguro da UOL. Devemos lembrar a campanha feita na televisão sobre a segurança desse tipo de pagamento. Onde um artista emprestou sua imagem, garantindo que o produto e seguro. Chegando a afirmar que ele não aceitava essa modalidade compra, no entanto, com o PagSeguro ele informa todos os seus dados pessoais, pois confia! O PagSeguro garante a devolução do dinheiro, caso o consumidor não receba o produto, no entanto, não tomamos conhecimento de nenhuma devolução dos valores pagos a empresa Miami Celular. Não restando alternativa, para os consumidores lesados alternativa, além da propositura da demanda judicial.

A sensação que se tem é que somos o paraíso dos abusos. Quer enganar alguém? Então, vamos para o Brasil!

Clientes devem denunciar hospitais que exigem cheque-caução de quem tem plano de saúde

O Ministério Público Federal (MPF) no Pará pretende instaurar ações civis públicas contra hospitais particulares que exijam garantias financeiras dos usuários de planos de saúde. Embora contrarie o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o Código Civil e determinações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a cobrança de caução ainda ocorre em todo o país.

Segundo o procurador da República Alan Rogério Mansur Silva, a própria ANS já repassou ao MPF informações sobre hospitais paraenses que, para atender quem tem plano de saúde, exige cheques-caução, notas promissórias ou outros títulos de crédito como garantia de pagamento da consulta, exame ou internação, caso a seguradora a qual o paciente é conveniado não pague a fatura.

Apesar das informações já fornecidas pela agência reguladora, o MPF quer que os próprios consumidores denunciem os estabelecimentos irregulares. De acordo com o procurador, a partir das denúncias o MPF moverá ações contra as instituições que estiverem exigindo as garantias financeiras dos clientes. A eventual ação não impedirá que o consumidor que se sentir prejudicado também mova um processo individual indenizatório.

Por telefone, Silva explicou à Agência Brasil que a campanha tem um caráter instrutivo, já que o objetivo é reforçar entre a população a noção de que a cobrança é irregular e deve ser denunciada. “A exigência de caução é abusiva e ilegal”, declarou o procurador, destacando que o Artigo 171 do Código Civil permite que qualquer negócio firmado por pessoa em estado de vulnerabilidade seja anulado. “Os hospitais não podem se aproveitar desse momento de fragilidade das pessoas e têm outros meios de cobrar [pelos serviços] caso as despesas hospitalares não sejam quitadas [pelo seguro ou plano de saúde]”.

Quem quiser fazer uma denúncia ao MPF no Pará deve enviá-la para o e-mail denuncia@prpa.mpf.gov.br, até 31 de janeiro, informando nome, endereço, CPF, o local e data dos fatos, com um relato resumido do problema. Nos demais estados, é possível recorrer ao Procon.

Próxima Página »